Pesquisas para governador do ES, _
Todas as pesquisas de intenção de voto para o governo do Espírito Santo em 2026, reunidas e comparadas: voto, rejeição, teto eleitoral e cenários de segundo turno — por instituto e por data.
Este painel reúne e compara todas as pesquisas de intenção de voto para governador do Espírito Santo nas eleições de 2026 registradas no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES). Em um só lugar, você acompanha a corrida ao Palácio Anchieta entre os principais pré-candidatos — Ricardo Ferraço (MDB), Lorenzo Pazolini (Republicanos), Magno Malta (PL), Helder (PT) e Paulo Hartung (PSD) — a partir dos levantamentos de Quaest, Paraná Pesquisas, Real Time Big Data, Instituto Perfil e Veritá.
O painel cruza as camadas que mostram para onde a eleição caminha: a rejeição de cada nome e o teto eleitoral resultante, a diferença entre voto total e válido, o peso de brancos, nulos e indecisos, as simulações de segundo turno e a ficha técnica de cada pesquisa. Os dados apontam uma disputa polarizada entre Ferraço e Pazolini, com forte tendência de decisão em segundo turno.
Elaborado pela Candela — estratégia e comunicação política, Vitória/ES — a partir de dados públicos das pesquisas e da divulgação da imprensa, vinculados pelo número de registro no TSE.
Intenção de voto — cenário estimulado principal
Cada instituto testou vários cenários; aqui está o cenário principal divulgado. Alterne entre voto total (base 100%, como divulgado) e voto válido (projeção excluindo branco/nulo/indecisos).
Intenção espontânea
Sem apresentar nomes. Índices naturalmente baixos e muitos indecisos — mede lembrança/recall, não preferência consolidada. Poucos institutos divulgaram percentuais completos.
Rejeição e teto eleitoral
Rejeição = “não votaria de jeito nenhum”. O teto (voto potencial menos rejeição) indica espaço de crescimento. Magno Malta combina força e a maior rejeição — teto baixo.
Teto realista — potencial, rejeição e desconhecimento
A Quaest (abril) mediu, para cada nome: quem o tem como possível voto (potencial), quem o rejeita, e quem não o conhece. Esta é a leitura de teto mais acionável: distingue quem tem teto baixo por rejeição (Malta) de quem tem teto a construir por desconhecimento.
Barras de total geral oficiais (potencial / rejeição / desconhecimento) para Ferraço, Pazolini, Malta e Hartung. Para Helder, a Quaest divulgou só a rejeição geral (33%); o potencial e o desconhecimento gerais estão no relatório completo, que o TSE mantém embargado até o fim das eleições — por isso a barra dele é uma estimativa (listras), obtida pela média dos segmentos ideológicos e calibrada pela rejeição oficial. O teto teórico da tabela acima (100−rejeição) cobre todos, mas superestima, por ignorar desconhecimento e indecisão.
Simulações de 2º turno
Confrontos diretos testados pelos institutos. Verde = vencedor da simulação. Note a divergência: institutos de março/abril davam Pazolini à frente; a Real Time e Perfil de junho mostram Ferraço crescendo.
Branco, nulo, ninguém e indecisos
O voto de descrença (branco/nulo/ninguém) somado aos indecisos mostra quanto da disputa está em aberto. Quando esse bloco é grande, fica difícil vencer no 1º turno — fator que empurra o ES para 2º turno.
Ficha técnica das pesquisas
Credibilidade da divulgação: contratante, amostra, período, método e margem. As 5 pesquisas registradas sem resultado divulgado aparecem no fim.
Abrangência: todas estaduais (ES inteiro). Nenhuma divulga voto por região do estado.
Voto válido: projeção da Candela a partir dos percentuais publicados (candidatos reponderados excluindo branco/nulo/indecisos). Não é número oficial do instituto.
⚠ Veritá (ES-06002): MDB e Procuradoria Regional Eleitoral apontaram concentração de ~42% da amostra em Vitória; Serra e Vila Velha fora da coleta. Usar com cautela.
Fontes: A Gazeta, CNN Brasil, CartaCapital, Gazeta do Povo, ES Hoje, Jornal Sete, Portal 27, Poder360, Brasil247 e O Povo, vinculadas pelo nº de registro TSE.